Mulheres indígenas do Médio Xingu intensificam protestos contra o avanço do maior projeto de mineração de ouro a céu aberto do país. Em meio a bloqueios, ocupações e pressão sobre autoridades, elas alertam para riscos ambientais e exigem a suspensão imediata da licença concedida à empresa canadense Belo Sun.
Realizado durante a COP 30, o Tribunal responsabilizou politicamente o Governo do Pará e as mineradoras Imerys/Artemyn, Hydro, Vale e Belo Sun pelos danos socioambientais recorrentes em regiões quilombolas, ribeirinhas, indígenas e camponesas. As denúncias ecoaram como contraponto direto à conferência oficial, marcada por discursos diplomáticos e metas de longo prazo.
Relatório alerta que o país corre o risco de repetir as mesmas injustiças que devastaram o Rio Doce
Pela primeira vez na história da participação das lideranças indígenas do Rio Negro nas conferências do clima da ONU, a delegação será composta majoritariamente por mulheres durante a COP30, um dos maiores eventos globais sobre mudanças climáticas, que ocorrerá em novembro, em Belém (PA).